A Maldição do Vencedor – Opinião

A Maldição do Vencedor –  Marie Rutkoski

30843039Título original: The Winner’s Curse

Autor: Marie Rutkoski

Editora: TopSeller

Publicação: 07-2016

Número de páginas: 320

A minha classificação: 15280906_1721920678136081_1385578121_n15280906_1721920678136081_1385578121_n15280906_1721920678136081_1385578121_n

Sinopse: “Kestrel, jovem filha do poderoso general de Valoria, tem apenas duas opções: alistar-se no exército ou casar-se. Ela tem, no entanto, outras aspirações e procura libertar-se do seu destino, rebelando-se contra o pai.
Num passeio clandestino pela cidade, Kestrel vai parar a um leilão de escravos, onde se depara com um jovem, Arin, que parece querer desafiar o mundo inteiro sozinho. Num impulso, ela acaba por comprá-lo — por um preço tão alto, que a torna alvo de mexericos na sociedade.
Arin pertence ao povo de Herrani, conquistado dez anos antes pelos Valorianos. Além de ser um ferreiro exímio, revela-se também um cantor extraordinário, despertando a curiosidade de Kestrel. Arin, contudo, tem um segredo, e Kestrel não tardará a descobrir que o preço que pagou por ele poderá custar muito mais do que aquilo que alguma vez imaginara.”

Opinião: 

Inicialmente dei a este livro 4 estrelas mas estive a ver outras reviews e mudei de opinião, houve aspetos que admito que não tinha visto e que afetaram a minha opinião no livro.

Inicialmente, estava bastante motivada para pegar neste livro, mas à medida que o fui lendo a minha motivação foi baixando, porque tem um início muito lento, sinto que foi necessário para a compreensão daquele mundo e da história, contudo um início lento faz perder o interesse no livro logo no começo, o que não é de todo algo bom.

Achei que o mundo era bastante interessante, não é um mundo de fantasia porque podemos claramente ver que os sítios que mencionam não se situam
na terra mas ainda assim não é um mundo com magia. O que me fez por vezes sentir que este livro poderia ser um livro de fantasia, foi o facto de abordarem maior parte do tempo questões políticas, o que, nos livros de fantasia, está sempre presente, como também nesta obra.

Falando agora das personagens. Desde o início que achei a Kestrel uma personagem por vezes entediante. Achei forçado o repentino interesse pelo Arin, não conseguia parar de pensar nele desde do leilão, creio que deviam ter dado mais tempo. Tudo o que a Kestrel se preocupava era estar com Arin e tocar piano, surpreendeu-me como é que não passou uma vez pela cabeça da dela como a escravatura era algo errado, em vez de se focar em acabar com a escravatura, interessava-se em convencer o pai a não ir para o exercito, tocar piano e ficar preocupada com o que a sociedade pensava dela.

Falando do Arin, muitas vezes não percebia o comportamento exagerado dele, a maneira de como tratava a Kestrel se gostava dela. O Arin foi um personagem que me irritou muitas vezes ao longo do livro.

Achei também que poderíamos ter mais back story de mais personagens.

Sinto que a escritora neste livro aborda a escravatura como se fosse algo completamente natural, o que não foi muito correto na minha opinião, mas não sei o que acontece nos próximos livros, portanto, ainda pode mudar e espero que sim.

Vou sem dúvida ler o próximo livro, apesar de tudo gostei bastante do final e era algo que, certamente, não estava nada à espera e é o que me faz querer ler o próximo livro, porque acho que pode surgir uma história muito boa daqui. Só espero gostar muito mais do próximo livro do que gostei deste.

 

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